Centro Cultural da Justiça Eleitoral do Pará

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Resgatando o passado, registrando o presente e construindo o futuro

A memória de um Povo está em voga e a sua preservação é  essencial para a edificação de um futuro mais seguro e promissor,  consubstanciado na ideia de que os erros do passado possam adquirir uma perspectiva de aprendizagem, potencializando, dessa maneira, os acertos vindouros, sempre pautados à luz da experiência. Assim, ressalta-se que o crescimento de uma organização enseja a necessidade de preservação, constituição e divulgação de sua história, promovendo reflexão e ensinamentos contínuos, difundindo a cultura, priorizando a educação e consolidando o valor de uma conquista histórica: o Estado Democrático de Direito.

Nessa perspectiva, vislumbramos o fenômeno histórico-cultural como salvaguarda da própria Democracia, entendendo que o presente Projeto de Implantação do Centro Cultural da Justiça Eleitoral do Pará, contribui para o resgate da memória da Justiça Eleitoral brasileira e incentiva a difusão da arte em nosso Estado, colaborando, desta forma, para a construção de uma sociedade com sua própria identidade cultural.

O  espaço físico do Centro Cultural da Justiça Eleitoral do Pará, localizado a Rua João Diogo nº 284, bairro da Campina, ao lado da sede do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, conta com 01 (uma)  sala de exposição de longa duração, 01 (uma) sala de exposição temporária, biblioteca, videoteca, sala de multimídia, sala de oficina, além de abrigar a Escola Judiciária Eleitoral com sua unidade administrativa e salas de formação em cursos de pós graduação e capacitação para juízes, promotores, servidores desta Justiça Especializada e outros interessados em Direito Eleitoral.

O Centro funciona como um instrumento de memória ao serviço do desenvolvimento social, bem como na compreensão teórica e exercício prático da apropiação da memória e do seu uso como ferramenta de intervenção social;

A diferenciação no tempo é indispensável para a compreensão da vida humana . Sem essa percepção, “a mudança é ininteligível, é apenas um fator de angústia” – como lembra Ulpiano Bezerra de Meneses.