Presidência reúne com Gestores do TRE para tratar sobre Prêmio CNJ

Para a disputa deste ano, o CNJ estipulou mudanças que devem ser seguidas pelos regionais.

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Em reunião realizada na tarde da terça-feira, 11, o presidente do Tribunal, desembargador Roberto Moura, apresentou aos gestores de cada unidade as novas exigências estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça, para concorrer ao prêmio CNJ de Qualidade - antigo Selo Justiça em Números. A premiação é estipulada de acordo com as ações e serviços prestados aos cidadãos e, a partir de agora, os regionais também serão premiados em novas categorias: por Excelência, Melhor do Ano e Prêmio CNJ de Qualidade.

As mudanças perpassam o nome da premiação. No eixo governança, por exemplo, o CNJ solicita que ações de acessibilidade, participação feminina e equidade de gênero, sejam trabalhadas pelos regionais de forma mais relevante e que tragam debates produtivos para a sociedade. Já o eixo transparência, nesta edição, passa a somar mais pontos – 340, sendo solicitado mais qualidade das informações compartilhadas pelos regionais, com a efetiva demonstração das ações realizadas.

A apresentação do projeto final está marcada para o dia 25 de junho, até lá os gestores podem sugerir e alterar qualquer informação no projeto inicial. A reunião contou com a presença de todos os secretários. “Esse momento é primordial para darmos as mãos. É fundamental que cada setor se empenhe em executar sua função para que o tribunal continue sendo premiado, como foi nas outras edições. Agora é a hora de arregaçar as mangas e trabalhar”, reforçou o Presidente Roberto Moura.

Em 2017, O tribunal conquistou a maior honraria concedida pelo CNJ, o selo Justiça em Números – Diamante, reconhecendo a excelência da produção, gestão, organização administrativa e processuais do regional. Além do selo diamante, o TRE do Pará conquistou, também, os selos de prata e bronze em 2018 e 2014, respectivamente.

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