Primeira fase do projeto Retoma Bio alcançou 47.258 atendimentos no estado

Iniciado em outubro e finalizado em dezembro de 2025, o projeto realizou mais de 16 mil coletas biométricas no Pará, além de outros serviços eleitorais como revisão, transferência e emissão da primeira via do título.

Iniciado em outubro e finalizado em dezembro de 2025, o projeto realizou mais de 16 mil coletas ...

O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE do Pará) ampliou o atendimento presencial em diferentes regiões do estado com o projeto “Retoma Bio – A Democracia em Movimento”, organizado por meio da Diretoria-geral e Secretaria de Tecnologia da Informação (STI). O projeto tem como objetivo intensificar a coleta biométrica do eleitorado e atualizar o cadastro eleitoral em áreas urbanas, rurais, ribeirinhas, quilombolas e indígenas, muitas delas de difícil acesso.

A primeira fase do Retoma Bio teve início em 6 de outubro e seguiu até o dia 22 de dezembro de 2025. Somando as coletas biométricas e os demais serviços do cadastro eleitoral, o projeto realizou 47.258 atendimentos em 57 municípios.

De acordo com o diretor-geral do TRE do Pará, Bruno Giorgi Almeida, a primeira etapa teve como prioridade a inclusão de eleitores historicamente afastados dos serviços da Justiça Eleitoral. “A primeira fase do projeto foi pensada para alcançar cidadãos que enfrentam dificuldades de acesso aos serviços públicos, especialmente aqueles que vivem em áreas ribeirinhas, quilombolas, indígenas e na zona rural, onde o deslocamento até a sede da zona eleitoral costuma ser mais demorado e oneroso”, explicou.

O diretor-geral ressaltou que a estratégia adotada também buscou reduzir o impacto da interrupção da coleta biométrica durante o período da pandemia, em 2020. “Essas populações estão mais dispersas territorialmente e, por isso, representam um desafio maior para a cobertura biométrica. Ainda assim, era fundamental garantir que essas pessoas fossem incluídas no processo”, destacou.

Biometria

A ampliação da biometria é tratada pela Justiça Eleitoral como um dos principais eixos de preparação para as Eleições de 2026. A biometria, que reúne impressão digital, fotografia e assinatura, garante a identificação individual do eleitor, reduz ainda mais a possibilidade de fraudes e torna o processo de votação mais seguro e ágil.

Antes do início da primeira fase do projeto, o Pará tinha 6.104.273 eleitoras e eleitores aptos a votar. Desse total, 381.662 ainda não possuíam cadastro biométrico. Atualmente, o estado conta com 6.123.435 eleitores. A biometria já foi cadastrada por 5.726.047 pessoas, número que corresponde a 94% do eleitorado. Outros 365.878 eleitores seguem sem biometria, o equivalente aos 6% restantes.

Nesse período, o Retoma Bio registrou 16.491 coletas biométricas. As seis etapas previstas no cronograma foram concluídas, sendo elas: a região do Marajó, com 1.999 coletas; a região do Baixo Amazonas, com 1.457; a região Sudeste, com 1.057; a região Nordeste, que apresentou o maior volume de atendimentos, somando 5.391 registros; a região Sudoeste, que contabilizou 4.592 coletas; e as ilhas da Região Metropolitana de Belém, Barcarena e Acará, onde as equipes registraram 1.995 coletas biométricas.

O secretário de Tecnologia da Informação do TRE do Pará, Felipe Brito, destacou que o projeto está consolidado. “O Retoma Bio se consolida como um projeto maduro, otimizado e altamente eficiente, que utiliza novas tecnologias, kits modernizados e soluções avançadas de conectividade, permitindo ampliar significativamente o atendimento aos eleitores”, afirmou.

Segunda fase Retoma Bio

O projeto segue em andamento. A segunda etapa, prevista para o primeiro semestre de 2026, antes do fechamento do cadastro eleitoral, em 6 de maio, terá como foco a capital paraense e os grandes centros urbanos.

Segundo o diretor-geral, essa nova etapa seguirá um critério mais estratégico. “Identificamos que a maior concentração de eleitores sem biometria está nos centros urbanos, especialmente nas sedes das zonas eleitorais. Por isso, o foco agora será regularizar essas pessoas que ficaram sem biometria durante a pandemia”, afirmou Bruno Giorgi.

Diferentemente da primeira fase, a segunda não contará com caravanas itinerantes. “A proposta é descentralizar o atendimento para os próprios cartórios eleitorais, com apoio da sede, especialmente nas zonas que possuem menos servidores. O objetivo é ampliar o percentual de eleitores biometrizados no estado, que hoje já ultrapassa 94%”, explicou.

A expectativa do TRE do Pará é reduzir de forma significativa o total de eleitores sem biometria até o fechamento do cadastro eleitoral, previsto para 6 de maio de 2026.

 

Texto e imagem: Ana Beatriz Manarte / Ascom do TRE do Pará.

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