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Biometria de órgãos parceiros pode beneficiar 36,9 mil eleitores no Pará
Aproveitamento de dados biométricos de órgãos públicos parceiros pode elevar de 95,05% para 95,64% o percentual de eleitoras e eleitores com biometria no Pará. A iniciativa faz parte do Projeto de Importação de Biometria de Órgãos Externos (BioEx), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Eleitoras e eleitores do Pará que ainda não fizeram o cadastro biométrico na Justiça Eleitoral poderão ter a digital reconhecida durante a votação. Isso é possível por meio do Projeto de Importação de Biometria de Órgãos Externos (BioEx), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que permite à Justiça Eleitoral utilizar dados biométricos fornecidos por órgãos públicos parceiros.
A iniciativa contribui para ampliar o cadastramento biométrico e facilitar a identificação do eleitorado, inclusive de quem ainda não concluiu o cadastro biométrico na Justiça Eleitoral.
No Pará, o aproveitamento de todos os registros disponíveis poderá beneficiar 36.917 eleitoras e eleitores. Com isso, o percentual do eleitorado com biometria cadastrada poderá passar de 95,05% para 95,64%.
No dia da votação, a eleitora ou o eleitor poderá colocar a digital no terminal do mesário para que a biometria seja conferida. Após a validação, o registro poderá ser incorporado definitivamente ao cadastro eleitoral.
A biometria não é obrigatória para votar. Mesmo sem as impressões digitais registradas, a eleitora ou o eleitor com situação regular poderá se identificar por meio de documento oficial com foto e exercer o direito ao voto.
O TRE do Pará deverá consolidar os dados após as Eleições 2026. A previsão é que a informação conclusiva sobre o aproveitamento dos registros seja apresentada em novembro.
Texto: Ana Beatriz Manarte / Ascom do TRE do Pará.
Imagem: Leonardo Moraes / Ascom do TRE do Pará.